CNIS recusa fim da solidariedade no caldeirão da Economia Social

AG-CNIS

A Assembleia Geral da CNIS, que decorreu em Fátima, foi unânime em refutar as intenções de agregar todas as entidades da Economia Social em uma única organização, processo que está a ser liderado pela CASES.
“Temo que em Portugal se queira diluir a solidariedade”, afirmou o padre Lino Maia, a propósito das movimentações e discussão em curso para a criação de uma Confederação da Economia Social, que a CNIS e as uniões das Misericórdias e das Mutualidades não veem com bons olhos: “Temo que seja demasiadamente abrangente e aí tudo se dilua e sejamos tratados como uma qualquer coletividade de cultura e recreio ou uma associação humanitária de bombeiros voluntários, com todo o respeito que estas entidades nos merecem. No entanto, nós não somos isso”.

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