Quem Somos

MISSÃO, VISÃO E POLÍTICA DA ANIMAR

MISSÃO
A Animar tem por missão valorizar, promover e reforçar o desenvolvimento local, a cidadania ativa, a igualdade e a coesão social da sociedade portuguesa, enquanto pilares de uma sociedade mais justa, equitativa, solidária e sustentável.

VISÃO
A Animar quer ser reconhecida pela sociedade civil e pelo Estado como organização de referência, promotora do desenvolvimento integrado, na diversidade de contextos, organizações e territórios.

POLÍTICA DA ANIMAR
A Animar define-se como:
- laica, apartidária, autónoma do Estado, defensora e promotora do interesse colectivo expresso na diversidade dos movimentos e organizações da sociedade civil em consonância com a política da Animar;
- uma entidade promotora de “pontes”, de convergência e concertação entre as organizações da sociedade civil, os cidadãos e cidadãs, tendo em vista o reforço do interesse comum junto do Estado.

A Animar assume:
- como ADN identitário e distintivo a diversidade de organizações e indivíduos que a constituem, tal como o reconhecimento de que o desenvolvimento local não obedece a um modelo único, que estes são múltiplos, decorrentes da diversidade dos territórios e dos contextos de atuação;
- a pluralidade de opiniões e de modelos de atuação enquanto desafio inerente à promoção do desenvolvimento integrado e coesão social;
- desafios com base em lógicas de “ação-investigação” e de interesse comum, decorrentes tanto de processos inovadores validados pela prática, como da experiência dos agentes de desenvolvimento da REDE Animar, vertidas em pareceres e/ou fundamentações rigorosas, pertinentes e construtivas;
- uma posição ecocêntrica (a humanidade como parte igual da natureza e não dominante) através da educação para o desenvolvimento, da cidadania ativa e na promoção da economia social e solidária enquanto pilares estruturantes do desenvolvimento local e territorial.

A Animar pugna por uma sociedade mais justa, equitativa e sustentável, reconhecendo que a Animar do futuro não poderá deixar de ter em consideração o seu património – pelo qual se constrói no presente – e aquele que ambiciona para o futuro.