header mobile

Posição da Animar sobre o projecto Lei de Bases da Economia Social

Votação deste artigo: 0 Votos
 

"Teria sido também importante, no momento actual, que a Lei de Bases referenciasse, de forma explícita, quais os papéis e funções que a Economia Social e Solidária tem vindo a desempenhar nas sociedades contemporâneas, como complemento às falhas do mercado e do Estado, mas também como alternativa às lógicas actuais e pilar de um Desenvolvimento Sustentável. Desse modo, teria ficado melhor identificado os seus ADN, evitando-se a possibilidade de interpretações de a sua missão estar associada essencialmente a uma substituição do Estado-Providência.
Tal teria permitido que a Lei contribuísse, de forma clara, para reequacionar as relações entre a Economia Social e Solidária e o Estado (Nacional, Local e Europeu) e as empresas (no âmbito da Responsabilidade Social das Empresas), numa lógica de parceria e co-responsabilização, como base de uma governança partilhada para o século XXI, com assunção clara dos compromissos e das responsabilidades (políticas, técnicas e financeiras) de cada parte."

(Excerto do Documento, com versão integral em PDF)

 

 

Recomendamos

Redes e Parcerias

Parceiro1 CasesParceiro2 RipessParceiro3 CNESParceiro4 ComunaCarta Portuguesa para a Diversidade

Financiado Por

financiadores01financiadores02financiadores03financiadores04