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CNIS adia votação para adesão à nova Confederação da Economia Social Portuguesa (Solidariedade, 1/12/2017)

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Em dia de S. Martinho, a CNIS reuniu em Assembleia Geral Extraordinária, na qual ratificou a adesão à Confederação Portuguesa do Voluntariado (166 votos a favor e um voto contra) e adiou a discussão e votação da adesão à novel Confederação da Economia Social Portuguesa (CESP).

Apesar dos esclarecimentos dados pelo padre Lino Maia, que explicou porque defende a Direção a adesão à CESP, depois de um primeiro momento em que a olhou com alguma desconfiança, e de João Dias, presidente-adjunto, ter traçado o percurso feito durante um ano de sessões temáticas e discussão dos estatutos da CESP, a assembleia não se sentiu esclarecida e confiante em votar a decisão proposta pelo órgão diretivo.

Muitas dúvidas e algumas desconfianças levaram a que, por larga maioria (136 votos a favor, três abstenções e 28 contra), fosse, após debate muito participado, aprovada uma proposta feita à Mesa no sentido de que a Assembleia Geral fosse suspensa para que a discussão e votação da adesão à Confederação da Economia Social Portuguesa' se faça numa outra Reunião Magna.

O propósito do proponente foi o de proporcionar mais tempo de debate, para que a discussão em torno da adesão seja aprofundada e, então, as instituições votem de forma mais esclarecida essa mesma integração na nova estrutura.

Assim, Manuela Mendonça, presidente da Mesa da Assembleia Geral, ficou de, nos termos legais, convocar nova Reunião Magna Extraordinária para discutir e votar a proposta da Direção da CNIS, no sentido da adesão à CESP. Esta deverá ser marcada para o mês de março.

Entretanto, e sem conflituar com a decisão da Assembleia Geral, a CNIS assinou a Carta de Compromisso de criação da CESP, durante o Congresso Nacional da Economia Social - ver páginas 6 e 7 -, que decorreu em Lisboa.

Mas a manhã de trabalho em Fátima começou com a Assembleia Geral Ordinária, na qual foram aprovados por esmagadora maioria o Programa de Ação (130 votos a favor e 10 abstenções) e o Orçamento para 2018 (139 votos a favor e uma abstenção).

Quanto ao Programa de Ação para 2018 vai girar em tomo de três eixos fundamentais: Capacitação, tanto interna como externa; Cidadania, com enfoque no desenvolvimento social, direitos humanos, inclusão e participação; e Representação, que "é um papel fundamental da CNIS".

A grande novidade é a implementação de um Serviço de Comunicação, no sentido de melhorar a comunicação da CNIS.

Já o Orçamento, que recolheu parecer favorável do Conselho Fiscal, está feito para não dar prejuízo, apesar de os proventos finais serem residuais.

 

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