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Centenas de jovens debatem prevenção da violência (Diário de Coimbra, 27/10/2018)

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Iniciativa decorreu no âmbito do roteiro Cidadania em Portugal que a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local tem vindo a dinamizar

Mais de duas centenas jovens participaram no debate sobre Cidadania, Desigualdades(s) e Prevenção da Violência organizado pelo município de Cantanhede e o Núcleo de Apoio às Vítimas de Violência da Associação Fernão Mendes Pinto, no âmbito do roteiro Cidadania em Portugal que a ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local tem vindo a promover localmente.

Presentes na sessão estiveram Luísa Rego, representante da ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, Marta Santos, coordenadora do Núcleo de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica de Cantanhede, bem como a jornalista Teresa Campos e o fotógrafo José Carlos Carvalho, da revista Visão, autores da exposição “Aqui Morreu uma Mulher”, patente na Praça Marquês de Marialva.

A exposição foi concebida em 2015, no âmbito do projecto Parar, Pensar, Agir pela Igualdade, para assinalar os 15 anos da violência doméstica enquanto crime público, e Helena Teodósio partiu desse “retrato de uma realidade tão dramática” para enfatizar o interesse e actualidade do debate no âmbito de uma iniciativa que congrega entidades dedicadas às causas da cidadania e da prevenção da violência.

A presidente da Câmara de Cantanhede congratulou-se com a presença “de tantos jovens nesta sessão que interessa ou deve interessar a todas as gerações, mas que adquire maior alcance e maior significado perante esta audiência que seguramente está consciente e motivada para a representação de papéis sociais consentâneos com os valores do humanismo, da cidadania e do respeito pelas pessoas, independentemente do seu género raça ou condição social”.

A autarca referiu-se ao desafio que convoca as novas gerações para “a construção de uma sociedade em que os problemas da violência, da discriminação e outros sejam diluídos na afirmação dos mais elevados valores e princípios da dignidade humana”, afirmando ainda que “os agentes públicos estão confrontados com a exigência de accionarem respostas para todos para a violência reiterada em contextos em que por vezes não é fácil intervir, a violência de género, a violência contra seniores, a violência no namoro, enfim, todos os tipos de violência”.

Outra iniciativa da autarquia neste âmbito é o Núcleo de Apoio à Vítima Violência Doméstica que está a funcionar na Casa Francisco Pinto, por iniciativa da Câmara e da Associação Fernão Mendes Pinto, um projecto que segundo Helena Teodósio “constitui, sem dúvida, uma resposta para um problema que é necessário eliminar”.

 

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