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Desenvolvimento territorial - de um sentido ocidental às orientações coesivas para um meio rural inovador: Caminhos e Caminhantes

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Código

CD5.4 Estudos

Suporte

CD

Ano

2007

Autor

Luís Moreno

Editora

Edição do autor

Local

Lisboa

Notas

Tese (revista) de doutoramento em Geografia Humana. A obra começa por delinear os contornos explicativos da orientação seguida e dos recursos utilizados para a sua estruturação, bem como as considerações metodológicas e epistemológicas que classificam o estudo simultaneamente como Geografia Humana e Geografia Social, domínios disciplinares cujas implicações no desenvolvimento, na óptica social, se discutem no ponto 2 do primeiro capítulo. O trabalho incide no «desenvolvimento local em meio rural» (DLMR) em Portugal Continental, mas apoia-se (no capítulo II) em apontamentos de análise histórica e generativa do «desenvolvimento» na Europa e em territórios particularmente marcados por culturas europeias. Inclui-se a apresentação de percursos nacionais de «modernização» e alguns ensaios antecedentes das actuais perspectivas de desenvolvimento comprometido com os valores civilizacionais do Ocidente. No capítulo III faz-se, primeiro, uma breve exposição das principais concepções de «desenvolvimento» que traduzem a assunção social deste como instrumento de compromisso ideológico para a regulação social, económica e territorial. Depois de uma sinopse sobre a utilização dos atributos do «desenvolvimento» que o qualificaram como regional, agropolitano, autocentrado, endógeno, etc., segue-se uma discussão sobre o «sustentável», ou «durável», e a interligação deste com o «local» e o «rural», qualidades ideológicas do desenvolvimento cuja expressão social e geográfica se estuda. A segunda parte deste capítulo introduz a incidência no caso português, focando abreviadamente as marcas sociais, económicas, políticas e territoriais que antecedem a sociogeografia dos anos noventa do século XX. Faz a transição entre o fio narrativo da contextualização diacrónica seguida até ao capítulo anterior e a incidência na materialização do DLMR. O capítulo IV aborda as condições de implantação do programa LEADER em Portugal, bem como na sua expressão geográfica, em função dos contributos nacionais e da UE. Atende-se também, de forma breve e comparativa, a outros programas de acção complementar – Recuperação de Centros Rurais e Aldeias Históricas, RIME e SIR. O associativismo e a sua função no DLMR são alvo de uma primeira atenção analítica no capítulo V, com o apoio de dados cedidos pela animar, entidade cujo papel no processo em estudo se avalia no capítulo VI, onde se foca também a contribuição da Célula de Animação LEADER II (CAL). O contributo das NTIC – informação no espaço virtual para o DLMR – é outro objecto correlativo de análise, no ponto 11. O último capítulo debruça-se principalmente sobre a caracterização dos agentes que, em contexto institucional, geralmente associativo, marcado por condições sóciopolíticas e territoriais que diferenciam claramente o Norte e o Sul, constituem o factor humano essencial do DLMR, pela mediação, afirmação de competências e mobilização de saberes. Designam-se por «caminhantes», pelo seu contributo para os caminhos da inovação social e da alteração estrutural que assimilamos ao desenvolvimento.

 

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