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Guia para a Intervenção com as Comunidades Ciganas nos serviços de saúde

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O objectivo deste manual é oferecer aos diferentes profissionais do sistema de saúde, um conjunto de recomendações, que orientem a sua intervenção em relação aos pacientes da etnia cigana. Pretendemos com este guia contribuir para o desenvolvimento de serviços de saúde culturalmente adequados à população cigana no sentido de satisfazer os principais cuidados de saúde, reconhecendo e respeitando a sua identidade cultural.

O presente manual foi elaborado no âmbito do projecto Sastipen “Redução das Desigualdades de Saúde nas Comunidades Ciganas”, financiado por DG SANGO – Comissão Europeia (2005-2006).

O projecto foi desenvolvido em 9 países pelas seguintes entidades: Azienda USL5 Pisa (Itália); Coordinamiento Nazionale Comunitá di Accoglienza - CNCA (Itália); Efxini Poli (Grécia); Initiative for Health Foundation (Bulgária); Khetanipe for the Roma Unity Association (Hungria); Democratic Change Slovakia – PDCS (Eslováquia); Rede Europeia Anti-Pobreza – REAPN (Portugal); Roma Centre for Social Intervention and Studies - Roma CRISS (Roménia); o governo da República Checa – Comissário para os Direitos Humanos (República Checa); Health for Roma Foundation (Bulgária) e Fundación Secretariado Gitano (Espanha) como o coordenador do projecto.

A população Cigana dos países envolvidos caracterizam-se por padrões de vida deficitários, particularmente em relação à saúde, fazendo com que esta minoria seja vulnerável às doenças que foram erradicadas da sociedade maioritária. A erradicação das desigualdades de saúde apresentadas pelas Comunidades Ciganas deve constar na agenda política para garantir os direitos humanos dos cidadãos europeus.Assim, o projecto visa recolher informação sobre a situação actual das Comunidades Ciganas relativamente à saúde, comparando com a situação da sociedade maioritária no sentido de definir um conjunto de recomendações e estratégias de intervenção dirigidas aos responsáveis pelas decisões; identificando as principais causas; nomeadamente o inadequado acesso da população cigana aos serviços de saúde, o uso inadequado destes serviços devido aos hábitos culturais com vista a planificar formação e a mobilizar as principais partes interessadas, analisando as causas socio-económicas e ambientais em detrimento dos padrões de saúde e o papel dos líderes da comunidade, dos mediadores sociais e das mulheres ciganas na promoção da saúde com vista a adquirir um conjunto de capacidades e conhecimentos fundamentais.

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