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Empregabilidade na Economia Social. O Papel das Políticas Ativas de Emprego

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Título: Empregabilidade na Economia Social. O Papel das Políticas Ativas de Emprego
Autor: Júlio Paiva, Liliana Pinto, Alcides Monteiro e Nuno Augusto
Edição: Rede Europeia Anti-Pobreza / Portugal
Ano: 2015

 

 

 

A realização de um estudo sobre as práticas de empregabilidade nas organizações da Economia Social em Portugal é uma consequência lógica do trabalho desenvolvido ao longo de doze anos de existência de um Protocolo de colaboração entre a EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza e o Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Assinado em 2001, este documento, visava sobretudo a promoção/disseminação das políticas ativas de emprego no âmbito do Mercado Social de Emprego.
Durante mais de uma década este trabalho foi-nos permitindo uma análise de muitas destas políticas, mas sobretudo proporcionou-nos uma visão sobre duas áreas absolutamente fundamentais para a economia no nosso país: por um lado, a importância crescente da área da Economia Social (inclusivamente ao nível do discurso político), a sua reconfiguração em diferentes contextos e o seu papel na intervenção social. Por outro lado, as potencialidades do setor enquanto empregador e executor das chamadas “políticas ativas de emprego”, ou seja, as políticas que visam evitar o avolumar do desemprego e a consequente sobrecarga do sistema de segurança social. A eficácia das políticas ativas decorre precisamente da sua capacidade de atender às diferenças dos seus beneficiários e de dar respostas adaptadas a cada caso.
Neste sentido, a fundamentação para o presente estudo prende-se, em primeiro lugar, com este reconhecimento das organizações da Economia Social enquanto agentes empregadores de relevância.

Na abordagem introdutória do Capítulo III sistematizamos um conjunto relevante de informações sobre a importância do setor da Economia Social como entidade empregadora.
Numa segunda ordem de fatores de fundamentação do presente estudo, importa- -nos esta valorização do domínio da empregabilidade por parte das OES, a qual se articula, necessariamente, com o reconhecimento político e estratégico deste domínio ao nível dos financiamentos disponíveis, nomeadamente através dos diversos quadros comunitários. De destacar que no Acordo de Parceria apresentado pelo Governo Português, onde se encontram definidas as prioridades de financiamento para o novo quadro comunitário 2014-2020, há uma clara aposta em que “as políticas públicas, nomeadamente as cofinanciadas pelos fundos comunitários, deverão promover o crescimento e o emprego, visando a redução da pobreza e a correção do desequilíbrio macroeconómico ainda existente”.

O capítulo IV sistematiza as conclusões do presente estudo e a ele acresce ainda a Bibliografia (V), o Glossário (VI) e os Anexos (VII), este último reunindo importantes informações principalmente dos instrumentos metodológicos implementados.

EmpregabilidadeEconomiaSocial

 

 

 

 

 

 

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