Animar e Rede DLBC Lisboa celebram a Igualdade

26/10/2021 |
Animar e Rede DLBC Lisboa celebram a Igualdade

A Animar e a Rede DLBC de Lisboa realizaram ao longo do dia 21 de outubro, sob o lema Celebrar em Rede a Igualdade, um conjunto de atividades, inseridas nas celebrações do Dia Municipal para a Igualdade, que decorreram nas instalações no Centro de Recursos DLBC Lisboa, no Bairro Padre Cruz.

Assim, foi inaugurada a Exposição pela Igualdade, com ilustrações de Ana Filipa Olímpio, realizadas para ilustrar várias publicações sobre a Igualdade e as várias manifestações de intolerância.

Sob o mote Igualdade para a Educação, o Palco de Sombras referiu as desigualdades que subsistem no ensino público, tornadas ainda mais evidentes com a pandemia COVID-19, que a não serem atalhadas comprometerão ainda mais o cumprimento do direito constitucional do acesso de todas as pessoas, independentemente da sua condição social e económica, à educação, ao ensino do pré-escolar ao universitário, condição básica para que funcionem os “elevadores sociais”.
Foi igualmente dado a conhecer o trabalho realizado junto de algumas comunidades lusófonas, em particular a sãotomense, no campo da sensibilização para a igualdade de género, do combate à violência doméstica e outras práticas violadoras dos direitos humanos como os casamentos de menores e a mutilação genital.

A celebração, que se havia iniciado durante a manhã com uma atividade dirigida às crianças, na Biblioteca Natália Correia, em que foi lido o conto de Jeanne Willis, Um crocodilo de vestido, terminou ao fim da tarde com uma Mini Aula de Tabata (conjunto de exercícios físicos destinados a acelerar o metabolismo e assim eliminar gorduras de forma natural e saudável), ministrada pela Associação de Futebol de Rua.

Isabel Rebelo, diretora da Animar, saudou a iniciativa e disponibilidade da Rede DLBC de Lisboa e das entidades que a compõem para, em conjunto, celebrar a Igualdade, chamando depois a atenção para a importância de todos e todas participarmos na construção de uma sociedade mais justa e tolerante, onde ninguém seja menosprezado, discriminado ou agredido devido à cor da sua pele, aspeto, capacidade física ou mental, opção religiosa ou falta dela, condição económica, orientação sexual, cultura, nacionalidade ou grupo étnico, idade, e também para a urgência de uma outra atitude cívica, de tolerância zero face a todas as formas de violência física, verbal ou psicológica que testemunhemos, interpelando quem agride e intervindo de forma a que a agressão pare e seja punida.

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